Oligofrenia - Conceito, o que é, Significado

Como a maioria dos termos relacionados à medicina, a palavra oligofrenia vem do grego, mais especificamente do vocábulo “oligos”, que significa pouco e de “frenia” que significa mente. Portanto, a oligofrenia é sinônimo de pouca inteligência. A limitação intelectual a partir de certos níveis é considerada uma doença, pois esse tipo de pessoa tem dificuldades para desenvolver suas atividades diárias.

Ou uso da palavra

A palavra oligofrenia se encontra atualmente em desuso, uma vez que em termos médicos é mais comum utilizar termos mais precisos e rigorosos, como autismo, demência, transtorno bipolar, esquizofrenia, entre outros.

Quando uma doença mental não é diagnosticada se utiliza a palavra oligofrenia para indicar qualquer tipo de problema mental. Com o tempo, os problemas mentais foram diagnosticados com mais rigor e o termo oligofrenia foi perdido seu sentido original.

O diagnóstico do retardo mental

Alguns comportamentos estranhos podem ser sintoma de algum problema mental. Por outro lado, as limitações intelectuais são altamente variáveis e é por isso que especialistas em comportamento humano fazem exames para medir a inteligência, mais especificamente o quociente de inteligência ou QI para estabelecer o grau de retardo mental, que pode ser leve, moderado ou grave em função dos resultados obtidos. O diagnóstico de deficiência mental deve ser feito com base em padrões de medição e por um profissional médico. Para isso há centros de saúde mental e diversos profissionais da psiquiatria, psicologia ou neurologia que trabalham nesse sentido.

Diversas maneiras de referir-se a problemas mentais

Ao longo da história as limitações intelectuais ou cognitivas receberam várias denominações. A palavra mais usada antigamente era de louco. No entanto, outros termos passaram a ser utilizados como atrasado, imbecil, idiota, incapaz ou anormal. Esta terminologia tem evoluído, já que muitas dessas palavras trazem uma conotação depreciativa e insultante. Hoje em dia, o nome mais comum é retardo mental ou deficiência intelectual.

Felizmente os doentes mentais são vistos hoje em dia não como uma esquisitice social ou como alguém perigoso, mas como uma pessoa que tem uma doença, ou seja, como um paciente que deve ser tratado com respeito e consideração. Deve-se destacar que no século XIX, os médicos empregavam a palavra idiotice, uma definição que nos dias de hoje é inadmissível.

Imagem: Fotolia. denys_kuvaiev

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